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GAMES e EDUCAÇÃO: muito mais em comum do que parece!

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Fonte: http://maxpixel.freegreatpicture.com

Jogos e educação têm muito mais em comum do que pode parecer à primeira vista ou do que os detratores dos video games (cuja maioria NÃO JOGA) querem fazer crer. No artigo O QUE OS VÍDEO GAMES TEM PARA ENSINAR SOBRE APRENDIZAGEM E ALFABETIZAÇÃO, James Paul Gee, professor da Universidade Wisconsin­-Madison e um dos pioneiros na discussão sobre a utilização de games e gamificação na educação, declara:

” […] a maioria dos jogadores não querem jogos curtos e fáceis. Assim, os designers enfrentam e em grande parte resolvem um intrigante dilema educacional, também enfrentado pelas escolas e locais de trabalho: como levar as pessoas, muitas vezes os jovens, a aprender e dominar algo que é longo e desafiador – e gostar disso.

Portanto, os designers de games levam tão a sério o design, jogabilidade, mecânica e dinâmicas (que buscam, em conjunto, promover a motivação do jogador),  e fazem isso tão bem, que o estudo dos princípios de games e sua aplicação em processos não-game, a chamada gamificação (SCHLEMMER, 2009) pode tornar os ambientes de aprendizagem, presenciais ou EaD, contextualizados, interessantes e motivadores.

Abaixo, o Resumo do artigo, publicado na íntegra na Revista ACM Computers in Entertainment, Vol. 1, No. 1, October 2003, BOOK01 e disponível clicando aqui. 

“Eles devem ser aprendidos, e bem aprendidos, para então eles serem jogados longa e arduamente, por um grande número de pessoas. É assim que eles e seus designers sobrevivem e se perpetuam. Se um jogo não pode ser aprendido e até mesmo dominado em um certo nível, ele não vai ser jogado por pessoas suficientes, e a empresa que faz o game quebrará. O bom aprendizado nos jogos é um processo darwiniano impulsionado pelo capitalismo de seleção do mais apto. Naturalmente, os projetistas do do jogo poderiam ter resolvido seus problemas de aprendizagem fazendo jogos mais curtos e mais fáceis, baixando o nível, por assim dizer. Mas a maioria dos jogadores não querem jogos curtos e fáceis. Assim, os designers enfrentam e, em grande parte, resolvem, um intrigante dilema educacional, também enfrentado pelas escolas e locais de trabalho: como levar as pessoas, muitas vezes os jovens, a aprender e dominar algo que é longo e desafiador – e desfrutar, pra começar(GEE, 2003). 

 

E você, o que acha disso?
Curta, comente, compartilhe!

Até a próxima!

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